Agosto começou como Julho, com uma cerveja alemã: Paulaner Hefe-Weissbier Dunkel.
Santos-Dumont, samba e muita história pra contar foi o que trouxe a segunda cerveja do mês: Colorado Demoiselle.
Uma inglesa tipo exportação: Fuller's India Pale Ale.
Também provei mais uma abençoada trapista: Achel Brune.
E encerrando o mês, uma cerveja que os outros bebem: Ola Dubh 40.
Aproveite o sábado e escolha uma dessas e divirta-se!
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Achel Brune
A cervejaria Achel foi construída pelos monges trapistas da Abadia de São Benedito na cidade de Achel, Bélgica. A cervejaria foi desmantelada durante a Primeira Guerra Mundial pelos alemães para que eles pudessem usar o cobre disponível. Foi quando a produção cervejeira, que havia começado em 1852, parou por quase um século. A cervejaria foi reconstruída na década de 1990 com a ajuda dos monges trapistas de Westmalle e de Rochefort e em 1998 a cerveja jorrou novamente de mais uma abençoada cervejaria trapista.
A Achel Trappiste Brune definitivamente é uma das melhores cervejas que já provei até hoje. É uma Belgian Dubbel refermentada na garrafa. Com cor de camurça, ela é semi-filtrada, o que se manifesta em sua turbidez. Apresenta uma espessa espuma bege que irá te acompanhar até o fim do copo, da garrafa, dos dias. O aroma é frutado, seu sabor tem um pouco de álcool no início, depois sentimos um pouco de dulçor, café e um leve amargor no fim, fim que é longo, que te faz ficar pensando que orar faz bem pra cerveja, pros monges e quase te leva à conversão. É uma cerveja licorosa, aveludada, que te convida para um novo gole. O equílibrio de sabores, álcool e amargor disfarça sua pecaminosa potência alcóolica de 8% e te fazem entender porque monges que passam a vida inteira no monastério fazem cervejas tão boas! Eu já disse que é uma das melhores cervejas que já provei?
Ficha
País: Bélgica
Tipo: Trapista/Belgian Dubbel
Graduação alcóolica: 8%
Cervejaria: Achel
A Achel Trappiste Brune definitivamente é uma das melhores cervejas que já provei até hoje. É uma Belgian Dubbel refermentada na garrafa. Com cor de camurça, ela é semi-filtrada, o que se manifesta em sua turbidez. Apresenta uma espessa espuma bege que irá te acompanhar até o fim do copo, da garrafa, dos dias. O aroma é frutado, seu sabor tem um pouco de álcool no início, depois sentimos um pouco de dulçor, café e um leve amargor no fim, fim que é longo, que te faz ficar pensando que orar faz bem pra cerveja, pros monges e quase te leva à conversão. É uma cerveja licorosa, aveludada, que te convida para um novo gole. O equílibrio de sabores, álcool e amargor disfarça sua pecaminosa potência alcóolica de 8% e te fazem entender porque monges que passam a vida inteira no monastério fazem cervejas tão boas! Eu já disse que é uma das melhores cervejas que já provei?
| Tampinha austera |
Ficha
País: Bélgica
Tipo: Trapista/Belgian Dubbel
Graduação alcóolica: 8%
Cervejaria: Achel
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